Entre silencio e excesso de son me confundo com tudo...
mas uma vez o salto agudo me visitou, dessa vez o relogio que carregava na mão era mais antigo, desses de ferro.
Depois de cada acontecimento me agrada escreve-los no ar como se essa atmosfera invisível fosse uma caixa-agenda.
Por hora este desabafo me basta... sinto que estou cada vez mais resente e só precisava dizer isso a vocês amigos imaginários do universo visinho.
O homem
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
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